Etiqueta: Slavoj Zizek

O tremor da reflexão: a dialética lacaniana de Slavoj Žižek

Por Peter Dews, traduzido por Matheus Muniz Weiss, via Radical Philosophy. Em memória de Hinrich Fink-Eitel (1946-1995) À primeira vista, o trabalho do filósofo esloveno Slavoj Žižek parece oferecer uma irresistível variedade de atrações para teóricos desejando engajar-se com cultura contemporânea, sem aceitar a frágil doxa pós-modernista que é, frequentemente, a única disponível para explicá-la.

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A filosofia não é um diálogo

Por Slavoj Žižek, traduzido por Thales Fonseca Dificilmente se produzirá um diálogo entre nós[1], posto que em linhas gerais somos da mesma opinião. Porém, poderia ser isso – para começar com uma provocação – um sinal da verdadeira filosofia? Sou da mesma opinião que Badiou quando sublinha, seguindo Platão, que a filosofia é axiomática e

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Neopentecostalismo como Gramática Neoliberal de Sofrimento

Por Christian Ingo Lenz Dunker, Rodrigo Gonsalves e Ivan Estevão, via CT&T: Continental Thought and Theory Introdução O presente artigo pretende fazer uma leitura do neopentecostalismo brasileiro, emergente nas décadas de 2000-2019, considerando processos atinentes à psicologia das massas, identificações e fantasias ideológicas descritos a partir da psicanálise. Tais processos engendram o que chamamos de

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Acostume-se com o vírus (e com as queimadas, e…)? Não, obrigado!

Por Slavoj Žižek, via Crisis and Critique, traduzido por Rodolfo Rodrigues “Se não fizermos nada, nosso mundo logo se tornará irreconhecível para seus habitantes. E o que estamos fazendo é quase nada – todos os consensos em falas a respeito das medidas contra o aquecimento global apenas mascaram esse nada.”

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“Derrubar tudo isso é possível”: LavraPalavra entrevista Jodi Dean

Por Marcelo Bamonte e Jodi Dean A intelectual comunista e professora universitária estadunidense Jodi Deean reflete sobre o estágio organizativo da esquerda radical, a partir de sua teoria do corpo e do sujeito político, buscando respostas que capacitem as forças revolucionárias a assumir uma posição dirigente na luta de classes.

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A masculinidade tóxica não é uma doença

Por Slavoj Žižek, via Spectator, traduzido por Matheus Cornely Para enfrentar essas novas e sutis formas de opressão, indivíduos corajosos de ambos os sexos, dispostos a assumir riscos, são mais necessários do que nunca.

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A iminência do fim em um Brasil em déjà vu

Por Thales Fonseca* Paz no futuro e glória no passado, exorta o hino pátrio. Se teremos paz no futuro, se sequer teremos futuro, só a história nos dirá. Mas uma coisa é certa: é preciso urgentemente perceber que “glória” está longe de ser o que mais tivemos no passado.

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