Etiqueta: PCB

O Sagrado Progressismo, ou, A crítica para uma autocrítica crítica

Por Vitor Ferreira Vamos começar afirmando aquilo que deveria ser óbvio, mas aparentemente, não é. Capitalismo é crise! Não há capitalismo sem crise, ainda que as crises possam ser classificadas em crises cíclicas e crises sistêmicas, mas ambas, são crises do Capital e, nos interessa aqui apontar dentro dos processos históricos dessas crises, qual é

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Jornada de trabalho de 30 horas: mais emprego, mais qualidade de vida

Por Gabriel Landi Fazzio “52) […] luta pelo salário mínimo do DIEESE, redução da jornada de trabalho sem redução de salário, para o máximo de 30 horas semanais; proibição das demissões sem justa causa; garantia de estabilidade no emprego; fim do banco de horas; lutas em defesa da garantia da oferta de empregos regulares para

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Não é hora de criticar Lula?

Por Gabriel Landi Fazzio Lula acredita que conciliar a esquerda e os trabalhadores com a burguesia liberal é o único caminho para isolar e derrotar o bolsonarismo. Mas esse é justamente o caminho que incubou e fortalecerá a extrema-direita. Para lutar por uma tática de independência de classe e por uma estratégia anticapitalista, é fundamental

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Notas sobre um “anti-esquerdismo” trotskista

Por Leonardo Frosi Ávila Em texto publicado no seu perfil pessoal do Facebook¹, o historiador Demian Melo retoma debates da IC sobre o fenômeno do fascismo, que vinha surgindo na Itália: “(…) Representando os comunistas italianos, coube a Amadeo Bordiga fazer um informe sobre o assunto. Lenin ficou chocado com a tese apresentada por Bordiga,

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O Programa do Partido Operário francês

Por Karl Marx e Jules Guesde, via marxists.org, traduzido por Pedro Abilio “A rejeição dessas reformas iria, como Guesde acreditava, ‘liberar o proletariado de suas últimas ilusões reformistas e convencê-los da impossibilidade de evitar uma revolução”. Acusando Guesde e Lafargue de uma ‘fraseologia revolucionária’ e de negar o valor das lutas por reformas, Marx fez

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Sobre o Levante Vermelho de 1935: Notas sobre “Intentona Comunista”.

Por Paulo Marçaioli São conhecidas as críticas que os historiadores suscitam quanto à denominação do movimento como “intentona”. A palavra tem inequívoco sentido pejorativo, e foi uma forma com que a repressão oficial buscou estigmatizar o levante, dentro da costumeira perspectiva anticomunista. O caráter pejorativo do termo certamente não passou desapercebido pelo historiador marxista Nelson

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