Etiqueta: França

Althusser: manual de instruções

Por Panagiotis Sotiris, traduzido por Reginaldo Gomes A obra de Althusser não sofreu por ter caído no esquecimento ou por ter sido ignorada: ao contrário, ela sofreu por ser um pensamento “bem conhecido”. Ou como disse Hegel, “o que é bem conhecido em geral, justamente por ser bem conhecido, não é conhecido.” Todos pensam ter

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Politzer: por uma psicologia concreta

Por José Paulo Netto, via Blog da Boitempo. Nota editorial: George Politzer foi um filósofo francês, militante marxista e autor de brilhantes reflexões sobre a psicologia e a psicanálise. Por ocasião dos 80 anos de seu assassinato pela Gestapo nazistas, em 23 de maio de 1942, rendemos homenagem por meio da republicação deste breve artigo

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Kemal Okuyan: “Quem vai parar a OTAN?”

Por Kemal Okuyan, via In Defense of Communism, traduzido por Konrado Leite O seguinte artigo foi publicado no início deste mês, em plena guerra na Ucrânia, por Kemal Okuyan, secretário-geral do CC do Partido Comunista da Turquia (TKP): “A OTAN não é uma organização, uma força ou um sistema de aliança que pode ser derrotado

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O enigma de Kersausie: Engels em junho de 1848

Por Ian Birchall, via marxists.org, traduzido por Jaqueline Tavares [1] O que é chamada de revolução perdida – e essa expressão é puramente relativa, porque uma revolução nunca é perdida; foi, serviu – essa revolução, nós dizemos, torna-se a melhor garantia de uma futura revolução. [2] O trabalho de um historiador socialista é tentar restaurar

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Sobre Georges Danton

Por François-Alphonse Aulard. Traduzido por Asturig Emil von München, via Scientific Socialism “Ora, a insurreição é uma arte, exatamente como a guerra ou qualquer outro tipo de arte. A insurreição submete-se a certas regras cuja inobservância conduz à ruína da parte que é por ela responsável. Essas regras – conclusões lógicas, extraídas da essência das partes e das

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O Programa do Partido Operário francês

Por Karl Marx e Jules Guesde, via marxists.org, traduzido por Pedro Abilio “A rejeição dessas reformas iria, como Guesde acreditava, ‘liberar o proletariado de suas últimas ilusões reformistas e convencê-los da impossibilidade de evitar uma revolução”. Acusando Guesde e Lafargue de uma ‘fraseologia revolucionária’ e de negar o valor das lutas por reformas, Marx fez

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Michel Foucault sem espelhos: um pensador proto pós-moderno

Por Mavi Rodrigues. Capítulo IV da tese de doutorado apresentada em 2006, intitulada “Michel Foucault sem espelhos: um pensador proto pós-moderno”. O objetivo deste capítulo é apresentar Michel Foucault como um pensador proto pós-moderno, isto é, apresentar sua obra como fonte fecunda de argumentações pós-modernas (HARVEY, 1993). O ponto de vista adotado aqui é aquele

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