Categoria: Psicanálise

A herança política da psicanálise

Por Bénédicte Vidaillet*, via Cairn com traduzido por Maria Betânia F. Champagne e revisado por Wael de Oliveira Resenha do livro A herança política da psicanálise: por uma clínica do real, escrito por Florent Gabarron-Garcia.

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O tremor da reflexão: a dialética lacaniana de Slavoj Žižek

Por Peter Dews, traduzido por Matheus Muniz Weiss, via Radical Philosophy. Em memória de Hinrich Fink-Eitel (1946-1995) À primeira vista, o trabalho do filósofo esloveno Slavoj Žižek parece oferecer uma irresistível variedade de atrações para teóricos desejando engajar-se com cultura contemporânea, sem aceitar a frágil doxa pós-modernista que é, frequentemente, a única disponível para explicá-la.

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O caráter classista da formação em psicanálise

Por Heribaldo Maia Nas últimas semanas, graças ao texto “Democratizar a psicanálise” de Érico Andrade, que saiu na Folha[1], houve um grande debate sobre a necessidade da democratização da formação em psicanálise. O que se seguiu, para a surpresa de uns, outros e, inclusive, minha, foram reações cheias de ad hominem e carteiradas, típicas de

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Partidos dos Trabalhadores, Crise das Formas Sociais e Ideologia

Por João Pedro Passos de Barros Borges Introdução: O texto procura refletir o papel histórico que o PT cumpre em face das formas sociais do capitalismo e, por conseguinte compreender o surgimento do populismo de direita através de Bolsonaro, assim debater os horizontes políticos para os comunistas. Que se faz, por meio de um debate

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A querela da formação analítica na década de 2020: a psicanálise como aberração no Brasil da normalidade absurda

Por Rodrigo Alencar, via medium.com Em 1919, quando a Europa se via diante dos destroços da guerra, a República Soviética Húngara se apresentou como uma possibilidade para expansão da psicanálise. A apresentação transcrita como “caminhos da terapia psicanalítica[1]”, feita por Freud, vinha justamente flertar com a ascensão da Revolução Soviética, ao mesmo tempo que marcava

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Capitalismo e produção de subjetividades negras

Por João Henrique Lima Almeida “Se a subjetividade se institui e se organiza através de nossas práticas sociais, estas orquestradas pelo capitalismo, e o capitalismo alocou os negros na situação de sub-emprego e desemprego, numa franja marginal, não é difícil reconhecer que o capitalismo produz as agruras que marcam a subjetividade (palavra contemporânea para alma)

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Uma precarização psíquica de magnitude quase inconcebível – Escritos a partir de K-punk de Mark Fisher

 Por Emiliano Exposto[1][2],via Cajanegra Editora, traduzido por Reginaldo Gomes A infraestrutura desejante do capital estimula forças psíquicas sinistras que ele descarta porque não pode controlar. Os poderes surreais e aterradores do inconsciente são desencadeados e descartados pela mesma maquinaria libidinal capitalista que a desperta, captura e obstrui. 

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