Etiqueta: Fanon

Prelúdio a um samba; prelúdio a um rap

Por João Marcos Duarte Enquanto temos sambas que são cantados, outros, como certos raps, são escritos e contados em forma de livro, são crônicas em prosa. Geralmente esses pequenos lampejos da vida se dão por situações as mais diversas, tendo em comum quase todas, o fato de passarem ao largo das instituições de saúde.

Leia mais »

Fanon via Lacan: Aportes teóricos para uma leitura contemporânea

Por Cian S. Barbosa Whately Este artigo tem como propósito abordar a atualidade da teoria fanoniana, investigando a abordagem exposta em seu livro “Pele negra, máscaras brancas”, enquanto uma crítica ao essencialismo identitário e, não menos importante, enquanto uma contribuição à crítica da ideologia em geral. Essa contribuição, como pretende-se demonstrar, será evidenciada também quando

Leia mais »

O Desencanto da Linguagem Nativa: uma análise fanoniana a partir do contexto colonial brasileiro

Por Cristhian Cecchetti “Este breve ensaio visa expor as relações sociolinguísticas entre os povos ameríndios do território brasileiro colonial com seus “senhores” portugueses. E em conjunto analisaremos a disposição de supressão sociolinguística dos povos africanos ocidentais trazidos sob a condição de “escravos” do império. Deste modo pretende-se levantar, utilizando o mote do pensamento de Frantz

Leia mais »

Abordagem clínica do sujeito em Fanon

Por Olivier Douville, via Revista Vie Sociale et traitements, traduzido por Alessandra Canappele A pergunta que este artigo se propõe a ilustrar, em relação às ressonâncias atuais que a obra e a herança de Frantz Fanon adquirem, é a seguinte: “como a prática clínica pode ser iluminada pelos pacientes cuja história, a sua própria ou

Leia mais »

O que significa ser militante?

Aqui há uma profunda lição hegeliana: o que fica acentuado no palco trágico da vida é que o abismo existente, aquilo que nos separa e nos distancia do Outro, aquela ilusão que temos a respeito de uma pessoa que supostamente se encaixa naquilo que acreditamos, aquilo que me separa de você e do mundo, quando

Leia mais »

Por que ler Fanon hoje? Immanuel Wallerstein

Por Immanuel Wallerstein, traduzido por Douglas Rodrigues Barros Frantz Fanon[3] nasceu na ilha da Martinica em 1925 e morreu de leucemia, muito cedo, em 1961. Em 1952, quando já era médico e psiquiatra, publicou seu primeiro livro, Peles negras, máscaras brancas.

Leia mais »

Um monstro chamado Judith Butler

Por Inês Maia Que faz, na superfície, a militância hegemônica atual? Desde a redemocratização – e antes apesar dela do que a partir do seu precedente – toda a militância aceita tem feito um atentado contra o velho conceito de política.[1] 

Leia mais »

Entrevista-montagem com Jeannete Ehrman, Florian Kappeler e Maud Meyzaud

Por Jeannete Ehrman, Florian Kappeler e Maud Meyzaud, via Undercurrents, traduzido por BP “O texto de Fanon é, assim, a antecipação literária da revolução anticolonial, a superação imaginativa da história, e uma narrativa de luta emancipatória, que implode o colonialismo como único script possível para uma história futura

Leia mais »